À noite é pior, mas tenho-me aguentado. Acredito e confio em nós. Às vezes...
Outras desconfio e nem em mim própria posso confiar, pois nunca faço o melhor para mim e entro numa espiral de pensamentos que não me fazem nada bem. Mas tens me percebido, algo que não pensei que acontecesse. Sinto-te mais atencioso, devem ser as saudades, mas pergunto-me quanto tempo irá durar.
Amanhã estamos juntos outra vez. Devo confessar que houve alturas em que pensei que a distância não dá para mim, que não vou aguentar, não sei o futuro, mas conheço-me e conheço-te também. Há dias em que gostava de ter mais fé.
Irrita-me que agora que estava tudo tão bem tinhas de ir para longe e irrita-me que sou fraca ao ponto de deixar a minha vida revolver à tua volta quando há coisas piores que isto que estou a passar. Muito piores, mas apaixonei-me e agora não sei se consigo aguentar e, no fundo, o amor também é importante e toda a gente sabe que dói. E não há uma maneira fácil de curar.
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